Ranicultura

A criação de rãs também se inclui modernamente nas atividades da aquicultura. Muito consumida na China, os europeus difundiram-na pelo Novo Mundo.

A ranicultura no Brasil teve início em 1935, com a introdução da rã-touro, ou rã-americana (Rana catesbeiana). Mas apenas na década de 1970 aperfeiçoou-se  tecnicamente.

Maior produtor (68%) das Américas; a produção nacional soma 640 toneladas de carne de rã.

Rã gigante

Encontram-se na África as maiores rãs do mundo. Em 1989, foi capturado um exemplar no rio Sanaga, na República dos Camarões, medindo 36,83 centímetros só de corpo, com 3 quilos e 660 gramas.

O comprimento, com as pernas estendidas, chegava a 87,63 centímetros.

Óleo

As rãs possuem um órgão chamado corpo gorduroso, que forma uma reserva para os períodos de hibernação. Com 5 gramas, em média, o óleo retirado desse corpo serve para o preparo de cosméticos e medicamentos.

A maior rã brasileira, a rã-pimenta (Leptodactylus labyrinthicus), chega a 18 centímetros de corpo. A rã paulistinha (Leptodactylus ocellatus) não ultrapassa 10 centímetros.

Saiba mais

Propriedades da carne / Ranário Contagem
http://goo.gl/CsIap 

Características e criação / UFLavras
http://goo.gl/f2VTJ 

Ranicultura empreendedora / Unisuam 
http://goo.gl/lPNRD

Instalações e manejo / Instituto de Pesca / SP
http://goo.gl/22n8Z 

Ranário / SBT (vídeo)
http://goo.gl/yI0W4 
 
Criação/CPT (vídeo)
http://goo.gl/qMGMU